Mostrando postagens com marcador coração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador coração. Mostrar todas as postagens

29 de março de 2012

Permanecer sentado por muito tempo encurta a vida

 

Pessoas acima dos 45 anos que passam muitas horas sentadas todos os dias podem ter até o dobro de chance de morrer em um período de três anos do que aquelas que se sentam durante menos tempo

Reportagem da Revista Veja

Sedentarismo: pessoas que ficam muitas horas sentadas podem ter mais riscos de morrerem em alguns anos

 

O tempo em que um indivíduo permanece sentado diariamente pode interferir em seu tempo de vida. Segundo uma nova pesquisa feita na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Sydney, na Austrália, pessoas acima dos 45 anos que passam muitas horas sentadas todos os dias podem ter até o dobro de chance de morrer em um período de três anos do que aquelas que se sentam durante menos tempo.

O trabalho foi publicado nesta segunda-feira no periódico Archives of Internal Medicine e é o primeiro dado divulgado do 45 and Up Study, do Instituto Sax, o maior levantamento contínuo sobre saúde e envelhecimento já feito no hemisfério sul e que ainda será publicado integralmente. Esse trabalho analisou mais de 250.000 pessoas acima de 45 anos e inclui várias outras pesquisas.

Hábito perigoso — Os resultados dessa pesquisa, que se baseou nos questionários respondidos pelos participantes, mostraram que pessoas que permanecem sentadas durante 11 horas ou mais ao dia têm até 40% de chances de morrerem nos próximos três anos em comparação com aquelas que se sentam por menos de quatro horas diariamente. Esses riscos foram estabelecidos independentemente do peso e da quantidade de atividade física que um indivíduo faz quando não está sentado.

O estudo também mostrou que praticar exercícios físicos é benéfico nesse sentido. Pessoas sedentárias que passam mais tempo sentadas por dia podem chegar a ter o dobro do risco de morrerem dentro de três anos do que aquelas que permanecem sentadas por menos tempo e que são fisicamente ativas. Além disso, entre os indivíduos sedentários, esse risco foi cerca de 30% maior para os que ficavam sentados durante mais horas em comparação com os que permaneciam menos tempo sentados.

Para os autores do estudo, essas evidências, somadas à dimensão da pesquisa, já são suficientes para que os médicos prescrevam a seus pacientes a redução do tempo de sedentarismo. “Ser ativo fisicamente quando não está sentado é algo importante para um indivíduo e já beneficia sua saúde. Porém, também é importante diminuir o tempo sentado”, diz um dos autores da pesquisa Hidde van der Ploeg.

imageLazer — De acordo com o levantamento, um adulto médio chega a passar 90% de seu tempo de lazer sentado, e essa situação é um fator de risco para diversos problemas, como doenças cardiovasculares. O estudo sugere que as pessoas procurem realizar atividades físicas nas horas vagas e evitem utilizar esses momentos para aumentar o tempo em que permanecem sentadas. “Fazer caminhadas no lugar de assistir televisão ou jogar videogames, por exemplo, pode melhorar a saúde de um indivíduo que gasta mais tempo sentando no trabalho e no trânsito”, diz Ploeg.

16 de março de 2012

Malhar reduz risco cardíaco para gordinhos fisicamente ativos

 

Fonte: Site Folha

Emagrecer traz benefícios óbvios à saúde, mas gordinhos fisicamente ativos também têm boas chances de evitar os problemas cardiovasculares normalmente associados ao excesso de peso.

A boa notícia está em pesquisa no "Journal of the American College of Cardiology". Se os dados levantados no estudo estiverem corretos, eles ajudarão a esclarecer uma dúvida que ainda divide os especialistas.

A questão é saber até que ponto um estilo de vida ativo é capaz de proteger alguém dos problemas de saúde ligados à obesidade.

Alguns trabalhos indicavam que o exercício poderia praticamente eliminar esses riscos, enquanto outros diziam que o excesso de peso é o fator preponderante, mesmo se a pessoa se esforça para não ser sedentária.

Parte da dúvida parece estar ligada ao fato de que a maioria desses estudos levava em conta a saúde cardiovascular dos pacientes em um único ponto do tempo. Ficava difícil saber como os efeitos do exercício e do peso afetavam o organismo das pessoas a longo prazo.

Para preencher essa lacuna, uma equipe da Universidade da Carolina do Sul, liderada por Duck-Chul Lee, obteve os registros médicos de mais de 3.000 pacientes (em geral, na casa dos 40 anos) da clínica Cooper, no Texas.

Esses pacientes faziam check-ups na clínica, com intervalos de dois ou três anos entre cada avaliação médica. Na maior parte dos casos, os pesquisadores conseguiram avaliar o estado de saúde dos pacientes ao longo de três check-ups consecutivos.

SÍNDROME

O objetivo era verificar como e quando os membros do grupo desenvolviam a chamada síndrome metabólica, um conjunto de características (como pressão alta e triglicérides em nível elevado) diretamente ligado ao surgimento de doenças do coração e diabetes, por exemplo.

Lee e companhia verificaram que pouco mudava do primeiro check-up para o segundo. A maioria dos pacientes ganhou peso, mas nenhum desenvolveu a temida síndrome metabólica.

Do segundo para o terceiro check-up, o problema apareceu no grupo testado. Quem tinha se exercitado menos e ganhado peso, obviamente, tinha risco aumentado (71%) de ter a síndrome.

Contudo, quem engordava mas continuava fisicamente ativo corria risco 22% menor do que o grupo dos gordinhos inativos. E não era preciso melhorar o condicionamento físico nesse período. Bastava mantê-lo para ter alguma proteção.

"Existe uma tendência de ressaltar a necessidade de perder peso, mas emagrecer em geral é difícil. Manter-se ativo é tão importante quanto perder peso e é uma meta mais fácil de atingir", diz Lee.

#DICA TRED

3 de fevereiro de 2012

Nesta sexta-feira, vista vermelho contra as doenças cardíacas em mulheres

A campanha Go Red for Women chega ao Brasil para conscientizar sobre o problema

FONTE: SITE YAHOO MINHA VIDA

Para alertar a população feminina sobre os riscos das doenças cardiovasculares e estimular cuidados preventivos, uma campanha internacional está pedindo que as pessoas vistam-se de vermelho nesta sexta-feira (dia 3/2). A campanha Go Red for Women (Vá de Vermelho pelas Mulheres) é liderada pela American Heart Association, desde 2004, e agora chega ao Brasil. 

A campanha começou com a constatação de que mais de 500 mil mulheres morriam todos os anos nos Estados Unidos por doenças do coração, superando o número de homens mortos pela mesma causa. Até o início dos anos 80, eles eram a maioria, mas passaram a se prevenir e se tratar mais. Atualmente essa é a principal causa de morte de mulheres. De cada três mulheres que morrem, uma sofre de doença cardiovascular. 

O número de mortes após um primeiro infarto é de 38% para as mulheres, contra 25% para os homens. As mortes súbitas, sem sintomas, por doenças do coração também ocorrem mais em mulheres (65%) do que em homens (50%). E num período de seis anos após um primeiro infarto, as mulheres têm ainda mais chances de ter outro ataque do coração (35% contra 18% dos homens), sofrer um derrame (11% contra 8%) ou ficarem incapacitadas por insuficiência cardíaca (46% contra 22%). 

Os riscos de doença cardiovascular são maiores em mulheres com mais de 55 anos de idade, no início da menopausa, ou acima dos 45 anos, com menopausa precoce. Os fatores que acarretam esses riscos são um estilo de vida sedentário, obesidade e estresse (que favorecem o surgimento de pressão alta, diabetes e colesterol elevado), além de histórico familiar em casos similares. 

23 de janeiro de 2012

Quais são os vilões da alimentação que fazem você engordar?

                                                                                         Estudo da Havard publicado no The New England Journal of Medicine ranqueou os principais contribuidores do ganho de peso a longo prazo.
O maior vilão foi a batata chips, contribuindo com quase 800 gramas de ganho de peso em 4 anos

 

Walter C. Willett, chefe do Departamento de Nutrição da Escola de Saúde Pública de Harvard diz que a batata deve ser consumida ocasionalmente e em quantidades modestas. "A baked potato aumenta o nível de açúcar no sangue e insulina mais rapidamente e a níveis mais altos do que açúcar puro na mesma quantidade calorias. E as batas fritas fazem o mesmo, com o adicional da gordura".
A batata foi responsável pelo ganho de 580 gramas em quatro anos

 

A pesquisa foi feita com 120 mil homens e mulheres não obesas, em 13 anos. No período, eles ganharam em média 1,5 kg a cada quatro anos.
Em terceiro lugar, as bebidas adoçadas contribuíram com o ganho de 460 gramas em quatro anos

 

 

 

A carne vermelha é quarta maior vilã do peso, contribuindo para o aumento de 430 gramas em quatro anos

 

 

 

Carne processada, como salame e outros frios, contribuiu para o aumento de 420 gramas em quatro anos, ocupando a quinta posição

 

 

 

A sexta posição é dos doces e sobremesas, que contribuíram com 230 gramas em quatro anos

 

 

 

 

Na sétima posição, o álcool: um drink por dia aumenta o peso em 190 gramas em 4 anos Eduardo

 

 

 

 

Em oitava posição vem o cigarro. Quem acabou de parar de fumar pode ter o aumento de até 2,34 kg

 

 

 

Dormir menos de seis horas ou mais de oito também contribui para o ganho de peso

 

 

 

Por fim, cada hora na frente da TV por dia gera um aumento de 140 gramas em quatro anos

 

Fonte: Site uol

Tred Sports

4 de novembro de 2011

Relógio biológico influencia efeito dos medicamentos

 

Há doenças e sintomas que parecem marcar hora para aparecer. E, para tratá-los, também é preciso seguir o relógio, segundo a cronofarmacologia (ramo da ciência que estuda como doenças e tratamentos são influenciados pelos ritmos biológicos).

         Nos últimos 20 anos, a cronofarmacologia mudou a prescrição de alguns remédios, diz o neurologista John Fontenele Araujo, pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

         “A asma é o exemplo mais clássico. Sabemos hoje que as piores crises são à noite, e que o paciente deve se medicar antes de dormir.”

         Há outros remédios que já são prescritos levando em conta o relógio biológico, como as drogas anticolesterol (usadas mais à noite) e remédios para artrite e artrose, que também devem ser tomados antes de dormir.

        Segundo o pneumologista José Manoel Jansen da Silva, um dos autores do livro “Medicina da Noite”, a atenção aos horários pode aumentar a eficácia das drogas e diminuir os efeitos colaterais.

        “A ação de um medicamento deve acontecer quando o corpo mais precisa”, diz.

Pressão arterial

         É pela manhã que acontece o maior número de infartos e derrames.

         Isso porque a pressão arterial sofre uma alteração antes do despertar, causada pelo aumento na secreção de dois hormônios: o cortisol (“hormônio do estresse”) e a adrenalina.

         Muitas pessoas tomam remédio para controlar pressão alta pela manhã. Mas uma pesquisa canadense, que será publicada no dia 17 no “Journal of the American College of Cardiology”, diz que o indicado é que o remédio seja tomado antes de dormir.

         Segundo os pesquisadores, da Universidade de Guelph, o remédio será mais eficaz durante o sono, inclusive contra insuficiência cardíaca. O experimento foi feito em ratos, com a droga captopril.

         Segundo Regina Pekelmann Markus, biomédica e coordenadora do laboratório de cronofarmacologia da USP, o artigo confirma uma tendência.

         “Na Espanha, há médicos que já mudaram a prescrição de remédios de hipertensão. A mudança é para proteger o paciente no pico de pressão pela manhã.”

         De acordo com o cardiologista Marcus Bolívar Malachias, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, o estudo mostra a importância do controle da pressão durante a noite, mas, no caso de drogas com ação de 24 horas, não é preciso mudar a prescrição.

         “Os remédios usados uma vez ao dia devem ser tomados pela manhã, a não ser quando o paciente não responde ao tratamento normal.”

Crises

          Há pesquisas que relacionam depressão e ritmos biológicos, segundo o neurologista John Araujo. Mas é errado falar que a doença tem um horário para aparecer.

          “Muitas pessoas têm crises pela manhã, mas é impossível falar em uma regra. A hora de tomar o remédio depende do caso”, diz Fernando Fernandes, do HC.

Fonte:  folha.com

3 de novembro de 2011

Diuréticos são usados erroneamente para emagrecer.

                           Uma post feito pelo site ratodeacademia.com

muito interessante!!

O caso envolvendo o cantor Luciano, irmão de Zezé di Camargo, trouxe muitas dúvidas sobre a importância do potássio.

diureticosA última semana foi tumultuada para a família Camargo. Luciano anunciou o fim da dupla em um show e no outro dia foi internado no Hospital Santa Cruz, em Curitiba, com uma queda no nível de potássio no sangue que resultou em um quadro de arritmia cardíaca, provocado pelo uso de diuréticos.

O estado de saúde do cantor, que teve alta no domingo (30/10/11), trouxe muitas dúvidas sobre a importância do potássio no organismo humano e que efeitos a falta dele pode trazer. De acordo com o coordenador de emergência do Hospital Metropolitano, o clínico geral Eduardo Luchi, alguns diuréticos podem fazer o nível de potássio no sangue diminuir ou aumentar.

“Os diuréticos são usados erroneamente para emagrecer. Eles fazem a pessoa urinar muito independentemente da quantidade de líquido que ela ingerir. Junto com esse líquido sai o potássio. Aí vem o perigo da desidratação. Mas, o principal problema com a queda de potássio, é a arritmia cardíaca grave, que pode levar à morte”, afirma.

farmacia Diuréticos são usados erroneamente para emagrecer.

Segundo o médico, a arritmia faz a frequência cardíaca aumentar ou diminuir além do normal. “Pode ser que não cause muita alteração, mas pode causar uma arritmia que faz praticamente o coração parar de bater”, destaca Luchi.

O clínico diz que não é comum as pessoas saudáveis apresentarem este quadro. É mais frequente nos casos de pacientes que precisam de diurético para tratamento de insuficiência cardíaca ou de doença renal.

Saiba mais sobre o potássio

O que é?

O potássio é um elemento com carga positiva. A principal função dele é ajudar o músculo a contrair. “O potássio sai e entra da célula. Por isso, que, quando se tem uma queda de potássio, um sintoma comum é a câimbra. Como músculo que é, o coração também precisa do potássio para que continue batendo”, explica Luchi.

Alimentos ricos em potássio

- Banana
- Abacate
- Chocolate

Sintomas da falta do mineral

- Câimbra
- Fraqueza muscular
- Palpitações e, em casos mais graves, a pessoa pode sentir dor no peito

Sinais de alerta

Ter câimbras após um esforço muscular importante é algo normal que, com a sua alimentação comum, será reposta a necessidade. Já quando a pessoa usa um diurético e tem perdas líquidas importantes (vômito e diarreia), com os sintomas acima, é indicado buscar auxílio médico.

Tratamento

O tratamento é feito com a reposição venosa do potássio. É importante tratar a causa da falta do mineral e suspender, se for o caso, o uso de diurético.

(Fonte: clínico geral Eduardo Luchi).

TRED SPORTS

INFORMAÇÃO E SAÚDE NA INTERNET!

5 de outubro de 2011

Malhar para se recuperar ligeiro

 

Os exercícios físicos, antes evitados — e até mesmo proibidos —, tornaram-se uma arma poderosa para superar depressa infartos e outros graves problemas de saúde

 
por Manoel Gomes • design Fred Scorzzo • fotos Gustavo Arrais

Um indivíduo prostrado na cama é o que vem à cabeça de muita gente quando se pensa em alguém enfermo. Mas há exceções a esse clichê. Exceções que, diga-se, estão se tornando a regra em alguns casos. Cada vez mais a ciência encontra provas de que se exercitar durante o período de restabelecimento de uma doença pode acelerar o processo de recuperação do organismo ou, nas situações mais críticas, dar um fôlego extra e mais bem-estar ao doente.


A atividade física começa a ser encorajada em pessoas que acabaram de infartar, por exemplo. Há algumas décadas, quem sobrevivia a um ataque do coração era obrigado a ficar em resguardo por longos períodos. No entanto, um recente estudo da Universidade de Alberta, no Canadá, concluiu o seguinte: pacientes estáveis que se exercitaram uma semana após a pane cardíaca se beneficiaram mais do que aqueles que esperaram para iniciar o treinamento. Ainda de acordo com o trabalho, para cada semana parada, é preciso malhar o equivalente a um mês de modo a obter os mesmos efeitos da turma que chacoalhou o corpo todo logo cedo.
”Diferentemente do que se imaginava, várias pesquisas mostram que repousar durante esse intervalo deixa o organismo mais fraco, e não mais forte", conta a SAÚDE o professor Alex Clark, um dos autores da pesquisa canadense.

O exercício previne a remodelação do coração, fenômeno em que as células que ficam próximas ao local do infarto se readaptam e o órgão tem o seu formato alterado. Esse redesign pode provocar complicações futuras, como insuficiência cardíaca.
Pesquisadores da Universidade de Emory, localizada no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, encontraram mais um motivo para fazer algum esporte no pós-infarto: durante o treino, o corpo fabrica óxido nítrico, o encarregado de dilatar os vasos sanguíneos, melhorando a circulação. "Ao aumentar a produção dessa substância, mais sangue passa pelas coronárias", explica a cardiologista Patrícia Oliveira, do Instituto do Coração de São Paulo. Para uma vítima de um ataque do coração, isso é mais do que uma boa notícia. Afinal, uma maior quantidade de nutrientes e oxigênio chega ao peito, o que contribui para melhorar o quadro geral do infartado.
Os exercícios mais recomendados são os aeróbicos, como caminhar, correr ou andar de bicicleta. A grande vantagem é proporcionar o aumento da capacidade cardiorrespiratória. Numa segunda etapa do tratamento, musculação e atividades de flexibilidade também são importantes. Levantar peso amplia a resposta muscular, a força e a potência do indivíduo. Já as atividades que trabalham a elasticidade atuam no equilíbrio, coordenação e desempenho de ações que podem ser consideradas normais e cotidianas, como lavar a louça.
"A pessoa que está estável já pode se exercitar e ter os benefícios a curto ou médio prazo", diz o cardiologista Daniel Kopiler, chefe do Serviço de Reabilitação Cardíaca do Instituto Nacional de Cardiologia. Mas nada de sair correndo sem conversar com seu médico. Ele vai orientar qual é o tipo de prática esportiva mais recomendado para cada caso, como deve ser realizado e sua intensidade. "A prescrição do exercício deve ser individualizada e, nos primeiros dias após o infarto, ser feita com supervisão médica e dentro de um hospital", adverte Patrícia Oliveira.

Lesões articulares? O remédio também é se exercitar
"Nesses casos, a atividade física é fundamental no processo de reabilitação", avalia o ortopedista Roberto Santin, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. O recurso de praxe é a musculação. "Ela age no ganho de força e de resistência e, sobretudo, nas funções afetadas pelas lesões", diz José Inácio Salles Neto, coordenador do Laboratório de Pesquisa Neuromuscular do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia.

Músculos fortes, coração sadio
Uma pesquisa da Universidade de São Paulo mostra que a prática de exercícios aeróbicos reduz a atrofia dos músculos esqueléticos, os responsáveis por movimentos voluntários, como apontar para um objeto. Esse definhamento está relacionado a casos de insuficiência cardíaca, quando o coração não consegue bombear o sangue direito. "As atividades aeróbicas aumentam a quantidade de sangue com nutrientes e oxigênio que vai para o músculo esquelético", explica a pesquisadora.

Contra o câncer
O exercício também é um grande auxiliar durante e após o tratamento dessa doença. Especialistas do Instituto do Câncer de Duke, nos Estados Unidos, descobriram que pessoas ativas diagnosticadas com tumor cerebral tiveram sua vida prolongada em até 21 meses após a identificação do mal — os sedentários só sobreviveram, em média, por 13 meses. Em entrevista a SAÚDE, Lee Jones, diretor científico do instituto americano, credita os benefícios da malhação ao seu caráter multifatorial. "O exercício tem o potencial de impactar uma gama de sintomas, que vão dos fisiológicos até os psicológicos", diz Jones. O oncologista José Roberto Rossari, do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, pormenoriza: "A realização da atividade física é capaz de diminuir a fadiga, a ansiedade, a depressão e o estresse, além de melhorar a autoestima, a imagem corporal e a capacidade aeróbica".

Fonte: Revista Saúde

 

26 de maio de 2011

Incidência de enfarte cai em homens e sobe em mulh...



TRED SAUDE: Incidência de enfarte cai em homens e sobe em mulher...: 



"Pesquisa do HCor mostra que o número geral de enfartados entre seus pacientes caiu 12% de 2009 para 2010, mas a população feminina está está na contramão dessa tendência: entre elas houve aumento de 3,8% nos casos da doença
O coração feminino é mais frágil que o dos homens. E não se trata de romantismo. Pesquisa inédita do Hospital do Coração (HCor) de São Paulo mostra que o número de enfartes entre mulheres cresceu 3,8% de 2009 para 2010, enquanto houve queda de 17% no sexo masculino no mesmo período e de 12% na média geral. O fenômeno é multi fatorial, dizem os médicos.

2 de maio de 2011

Estilo de vida pode amenizar ou até mesmo reverter carga genética ligadas a fatores e riscos de doenças.

As doenças cardiovasculares são responsáveis por um terço das mortes no mundo. 

Mais de 5% da população mundial tem diabetes e a previsão é que, até 2020, esse número suba para 10%. Seis em cada dez mortes no mundo são causadas por doenças crônicas, evitáveis quando controlados esses fatores de risco. O estilo de vida é fundamental nesse controle.

Mesmo quando há histórico familiar para alguns fatores de risco, como osteoporose, hipertensão ou diabetes, o estilo de vida pode amenizar ou até mesmo reverter essa carga genética.

Está comprovado que associar atividade física regular a uma alimentação equilibrada provoca a redução expressiva da circunferência abdominal, regula os níveis de glicose, previne e retarda o aparecimento de diabetes, reduz os triglicérides e a pressão arterial, aumenta o colesterol bom e melhora o bem-estar emocional, a autoestima, a depressão e a socialização. Identifique os fatores de risco e prepare-se para evitar que eles virem problemas crônicos adotando uma vida mais saudável.

Pressão arterial: o risco de doenças cardiovasculares e pressão arterial é contínuo.

Colesterol: a quantidade total no sangue, principalmente do colesterol ruim, o LDL, tem grande influência no risco cardiovascular.

Circunferência abdominal: circunferência abdominal aumentada é fator de risco elevado para doenças cardiovasculares, diabetes e pressão alta.

Triglicerídeos: em excesso podem formar placas de gordura nas paredes das artérias reduzindo seu calibre e aumentando o risco cardiovascular.

Fumo: maior causador de mortes no mundo.

Glicose: acima de 99 mg/dl, aumenta a chance de desenvolver diabetes.

Osteoporose: fator de risco para fraturas, que provocam um terço dos óbitos em pessoas acima de 60 anos
Fonte: Revista Época.com

5 de abril de 2011

Estudo diz que sexo pode matar os menos preparados

Novo estudo ajuda a quantificar risco cardíaco proporcionado pelo sexo.
Atividade se assemelha à corrida quanto a exigência física.



Explosões repentinas de atividade física, de moderada a intensa "como correr ou fazer sexo" aumentam significativamente o risco de um ataque cardíaco, especialmente em pessoas que não se exercitam regularmente, disseram pesquisadores dos Estados Unidos nesta terça-feira.

Há muito tempo os médicos reconhecem que a atividade física pode causar sérios problemas ao coração, mas o novo estudo ajuda a quantificar esse risco, disse o dr. Issa Dahabreh, do Tufts Medical Center, em Boston, cuja pesquisa foi divulgada na publicação da Associação Médica Americana.


A equipe analisou dados de 14 estudos que examinavam a ligação entre sexo e o risco de ataques cardíacos ou morte cardíaca súbita - um ritmo letal do coração que faz com que o órgão pare de bombear o sangue. Eles descobriram que as pessoas são três vezes e meia mais propensas a ter um ataque cardíaco ou uma morte cardíaca súbita quando fazem exercício do que se não fizessem.


Essas pessoas são 2,7 vezes mais propensas a ter um ataque cardíaco quando fazem sexo ou imediatamente depois, em comparação com os que não fazem. (Estas descobertas não se aplicam a morte cardíaca súbita porque não há estudos relacionando sexo e morte cardíaca.)


Jessica Paulus, outra pesquisadora do Tufts que participou do estudo, disse que o risco é moderadamente alto como mostram as pesquisas. Mas o período de risco aumentado é breve. "Esses riscos aumentam somente por um curto período de tempo (uma ou duas horas) durante e depois da atividade física ou sexual", disse Paulus em entrevista por telefone.


Por causa disso, o risco para as pessoas ao longo do período de um ano é ainda bem pequeno, disse ela. "Se você pegar 10 mil pessoas, cada sessão individual de atividade física ou sexual por semana pode ser associada a um aumento de um ou dois casos de ataque cardíaco ou morte cardíaca súbita por ano", afirmou Paulus.


Ela declarou ser importante equilibrar as descobertas com outros estudos que mostram que atividade física regular reduz em 30% os riscos de ataques cardíacos e morte cardíaca súbita. "O que de fato não queremos é que as pessoas deixem isso de lado e pensem que o exercício é ruim", afirmou ela.


O que isso realmente significa é que quando pessoas que não fazem exercícios regularmente começam qualquer programa de atividade devem seguir lentamente, aumentando gradualmente a intensidade dos esforços ao longo do tempo.
Da Reuters
Fonte: www.educacaofisica.com.br


Isso é apenas um estudo sobre o caso, temos outras informações sobre sexo, infarto e exercicio, mas é interessante saber que devemos melhorar nosso organismo para que desfrutemos de uma vida sexual mais segura!


Tred Sports informação e saúde!

28 de junho de 2010

Recomendações médicas sobre o consumo de sal ficam ainda mais rigorosas!



A nova medida tem por objetivo o controle de um dos mais comuns e perigosos males
da modernidade: a HIPERTENSÃO


O sal é o mineral com o maior número de funções no organismo. "Sem ele, não haveria apetite para boa parte dos alimentos, o processo de digestão seria incompleto e o sangue extravasaria pelas paredes dos vasos", diz Renato Sabbatini, neurofisiologista da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Para que todos esses mecanismos ocorram à perfeição, basta 1,2 grama diário de sal.

É muito pouco sal, no entanto, para o paladar que desenvolvemos na sociedade industrial. Por isso, o limite aceitável nas cartilhas médicas foi elevado para até 6 gramas diários. "Trata-se de uma quantidade compatível com o gosto e tolerável à saúde", explica Décio Mion, nefrologista do Hospital das Clínicas, em São Paulo. O problema é que a maioria das pessoas tem o hábito de consumir muito mais do que 6 gramas. Não importa a cultura ou a classe social, abusa-se do saleiro. Em média, a ingestão mundial de sal per capita é de 10 gramas diários. Os brasileiros, em particular, ingerem inacreditáveis 12 gramas ao dia.

As recomendações médicas devem ficar ainda mais restritas, com a entrada em vigor das novas diretrizes das sociedades brasileiras de cardiologia, nefrologia e hipertensão. Elas passarão a preconizar o consumo de, no máximo, 5 gramas de sal por dia – o mesmo limite sugerido pela Organização Mundial de Saúde em 2005. A diferença de 1 grama entre a cartilha de 2006 e a de agora pode parecer irrisória. Mas tem uma repercussão enorme na saúde. Um estudo publicado em fevereiro passado, na revista científica americana The New England Journal of Medicine, determinou o impacto de tal redução. Passar a consumir 5 gramas de sal todos os dias, em vez de 6, evita 10% das mortes por doenças cardiovasculares, sobretudo infarto e derrame. O que representa, em termos globais, em torno de 1 milhão de vidas salvas anualmente. "Os benefícios aumentam proporcionalmente à quantidade reduzida", diz o cardiologista Marcus Bolívar Malachias, presidente do departamento de hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).



Mas sódio também é o problema!

O agente pernicioso do sal é o sódio. Para cada grama do mineral, há 400 miligramas de sódio – os 60% restantes são de cloro, um composto praticamente inócuo. Cerca de 70% do sal consumido atualmente provém dos produtos industrializados. É o chamado "sal invisível". Os rótulos de tais produtos não informam a quantidade de sal, e sim a de sódio. Além disso, não se faz a discriminação entre o volume de sódio contido naturalmente no alimento e o acrescentado pela indústria. O sódio é utilizado em abundância sobretudo para a conservação dos produtos. "Como ele tem um grande poder de absorção, desidrata facilmente fungos e bactérias que poderiam estragar os alimentos", diz a nutricionista Maria Cecilia Corsi, da consultoria em nutrição Essencial Light. Quanto maior o prazo de validade de um produto, maior é a quantidade de sal utilizada no seu preparo. Há ainda outro dado. "O sal camufla o gosto dos ingredientes que deram origem ao produto", diz o nutrólogo Daniel Magnoni, do Hospital do Coração. Ou seja, quanto maior a quantidade de sal, menor será a qualidade das matérias-primas empregadas na fabricação do alimento e, consequentemente, menor será o seu preço. Pode fazer o teste. Escolha duas marcas de molho de tomate. Uma com um prazo de validade maior do que o da outra. O gosto do tomate estará mais ressaltado no molho mais caro e com prazo de validade mais curto.

O consumo de sal é um hábito que remonta à Antiguidade. Na verdade, o mineral era tão precioso que funcionava como moeda. Em latim, a palavra "salário" significa "ração de sal" ou "pagamento com sal". No século XVIII, o lugar à mesa nos banquetes era indicado em relação à posição do saleiro. Quanto mais próximo dele, maior a importância do convidado. Atualmente, quanto mais distante do saleiro, mais consciente – e refinado – é o comensal.

Sempre preocupados com a sua saúde mais uma informação de utilidade publica!

Fonte: REVISTA VEJA edição 2167 de 02 de junho de 2010.

16 de junho de 2010

SERÁ QUE O QUE EU QUERO É UM INFARTO FELIZ?!?!

Preste atenção para ver se algum desses itens coisas se encaixam na sua vida!



Texto do Dr. Ernesto Artur - Cardiologista

Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site, recebi uma
enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de
alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros,reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro.(e ferro , enferruja!!. .rs)

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado.. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos.. Eles vão te deixar tinindo.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.



UTILIDADE PUBLICA: OS ATAQUES DE CORAÇÃO

Uma nota importante sobre os ataques cardíacos..

Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço
esquerdo(direito). Há também, como sintomas vulgares, uma DOR INTENSA NO QUEIXO, . ASSIM COMO NÁUSEAS E SUORES ABUNDANTES.

Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque
cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam,
não se levantaram... Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.

Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com
um bocadinho de água. Ligue para Emergência (193 ou 190) e diga ''ataque
cardíaco'' e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se numa cadeira ou sofá e force
uma tosse, sim forçar a tosse pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa
de dois em dois segundos, até chegar o socorro.. NÃO SE DEITE !!!!

TRED SPORTS SEMPRE TRAZENDO INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA NOSSOS ALUNOS E CLIENTES




29 de abril de 2010

Nós nos preocupamos com seu coração e você?


Se você pudesse ver seu coração cuidaria melhor dele?

Éééé mesmo não vendo ele precisa ser lembrado sempre!!!

Cuide-se pratique hábitos saudáveis
(Boa alimentação, exercicios fisicos regulares, consultas médicas preventivas)

Já fez seu exame de colesterol esse ano?
Como anda a sua pressão?
E o pior o vilão STRESS ... como tem controlado!


Se quiser saber mais, nos procure e faça uma avaliação física e funcional.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Analitcs