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15 de fevereiro de 2012

Se exercitar faz parte da vida!

 

Se basear em apenas em uma coisa ou apenas em outra pode levar ao erro, então uma avaliação física, deve ser minuciosa se faz necessário para a conquista de um resultado saudável!

Folder

Você sabia que exames laboratoriais além de infecções, também nos mostra que tipo de exercício você deve realizar!

Fica a dica!

12 de janeiro de 2012

Exercícios físicos no combate contra a depressão

Problema, que atinge 17% da população mundial, pode ter a solução na prática de atividade física, principalmente para os idosos.

Revista Exame

Exercício físico no Parque Ibirapuera

Enquanto a depressão promove redução da prática de atividades físicas, exercícios podem ser coadjuvantes na prevenção e no tratamento da depressão

São Paulo - A depressão é um dos grandes problemas da sociedade moderna, e atinge cerca de 17% da população mundial. O problema assume contornos de saúde pública se considerarmos que, apesar de contarmos com diversas opções de medicamentos para o trato farmacológico da depressão, somente 30 a 35% dos pacientes depressivos respondem ao tratamento com psicofármacos. Segundo a médica geriatra Janise Lana Leite, com especialização em fisiologia do exercício e treinamento resistido na saúde, doença e no envelhecimento, a solução pode estar na prática de atividade física, principalmente para os idosos.

"A Ciência ainda não esclareceu completamente os mecanismos que fazem da atividade física uma boa arma contra a depressão. Mas vários estudos comprovaram que a depressão pode prejudicar a capacidade funcional nas atividades de rotina dos idosos (tomar banho, comer, vestir-se) e na mobilidade (caminhar ou subir e descer degraus sem ajuda). A falta de independência no desempenho dessas atividades pode estar associada com dores físicas crônicas, inatividade física e medo de quedas. Rotinas de exercício que incluíram alongamento, equilíbrio, caminhada, musculação, força e coordenação mostraram ser eficientes na redução dos níveis de depressão para idosos com recente histórico de quedas", diz.

Segundo a médica, por conta de resultados como estes, pode-se afirmar que a relação entre a atividade física e a depressão é inversamente proporcional: enquanto a depressão promove redução da prática de atividades físicas, a atividade física pode ser um coadjuvante na prevenção e no tratamento da depressão no idoso.

"Independente da faixa etária, todos podem se beneficiar do exercício físico no combate à depressão. Trata-se mesmo de uma questão de saúde pública, já que a atividade física se apresenta como uma forma de tratamento acessível, barata, não farmacológica e capaz de gerar benefícios que excedem os efeitos antidepressivos, promovendo o bem-estar biopsicossocial", revela.

De acordo com a especialista, sobre a população idosa, é importante que os profissionais de saúde estejam atentos e preparados para identificar e conduzir de maneira correta o tratamento dos pacientes idosos com depressão. "Esses profissionais têm a função de modificar o modelo atual, cuja tendência consiste em adotar ações que visam primordialmente à medicalização das manifestações de desequilíbrio da saúde mental. Não existe um método melhor do que o outro: para cada caso, condutas terapêuticas distintas podem ser as mais recomendadas."

Tred Sports

8 de novembro de 2011

Você acha que treinar é isso???

 

Você riu assistindo esse video e deciciu não treinar mais rs. CALMA!

Se você acha que quando começar a treinar o treino será deste jeito, fique tranquilo … as coisas não funcionam dessa maneira, ou não deveriam funcionar!

Para um treino de qualidade e eficiencia deve-se realizar um avaliação fisica menuciosa para sabermos qual o treino mais indicado para você, contrate um treinador especializado!

Você tem duvidas, nós da Tred Sports estamos aqui para orientar

Contate-nos quando quiser!

TRED SPORTS

Informação e Saúde na Internet!

3 de novembro de 2011

Diuréticos são usados erroneamente para emagrecer.

                           Uma post feito pelo site ratodeacademia.com

muito interessante!!

O caso envolvendo o cantor Luciano, irmão de Zezé di Camargo, trouxe muitas dúvidas sobre a importância do potássio.

diureticosA última semana foi tumultuada para a família Camargo. Luciano anunciou o fim da dupla em um show e no outro dia foi internado no Hospital Santa Cruz, em Curitiba, com uma queda no nível de potássio no sangue que resultou em um quadro de arritmia cardíaca, provocado pelo uso de diuréticos.

O estado de saúde do cantor, que teve alta no domingo (30/10/11), trouxe muitas dúvidas sobre a importância do potássio no organismo humano e que efeitos a falta dele pode trazer. De acordo com o coordenador de emergência do Hospital Metropolitano, o clínico geral Eduardo Luchi, alguns diuréticos podem fazer o nível de potássio no sangue diminuir ou aumentar.

“Os diuréticos são usados erroneamente para emagrecer. Eles fazem a pessoa urinar muito independentemente da quantidade de líquido que ela ingerir. Junto com esse líquido sai o potássio. Aí vem o perigo da desidratação. Mas, o principal problema com a queda de potássio, é a arritmia cardíaca grave, que pode levar à morte”, afirma.

farmacia Diuréticos são usados erroneamente para emagrecer.

Segundo o médico, a arritmia faz a frequência cardíaca aumentar ou diminuir além do normal. “Pode ser que não cause muita alteração, mas pode causar uma arritmia que faz praticamente o coração parar de bater”, destaca Luchi.

O clínico diz que não é comum as pessoas saudáveis apresentarem este quadro. É mais frequente nos casos de pacientes que precisam de diurético para tratamento de insuficiência cardíaca ou de doença renal.

Saiba mais sobre o potássio

O que é?

O potássio é um elemento com carga positiva. A principal função dele é ajudar o músculo a contrair. “O potássio sai e entra da célula. Por isso, que, quando se tem uma queda de potássio, um sintoma comum é a câimbra. Como músculo que é, o coração também precisa do potássio para que continue batendo”, explica Luchi.

Alimentos ricos em potássio

- Banana
- Abacate
- Chocolate

Sintomas da falta do mineral

- Câimbra
- Fraqueza muscular
- Palpitações e, em casos mais graves, a pessoa pode sentir dor no peito

Sinais de alerta

Ter câimbras após um esforço muscular importante é algo normal que, com a sua alimentação comum, será reposta a necessidade. Já quando a pessoa usa um diurético e tem perdas líquidas importantes (vômito e diarreia), com os sintomas acima, é indicado buscar auxílio médico.

Tratamento

O tratamento é feito com a reposição venosa do potássio. É importante tratar a causa da falta do mineral e suspender, se for o caso, o uso de diurético.

(Fonte: clínico geral Eduardo Luchi).

TRED SPORTS

INFORMAÇÃO E SAÚDE NA INTERNET!

Pessoas felizes reduzem risco de morte em até 35%

 

Felicidade está ligada a processos biológicos e fatores comportamentais

Um estudo publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences revelou que a felicidade pode ser a chave para uma vida longa, ou pelo menos mais longa do que se teria sem ela. A análise foi liderada por um cientista da University College London, no Reino Unido.
A pesquisa acompanhou 3.800 pessoas entre 52 e 79 anos durante cinco anos. Outros estudos analisaram a felicidade e a longevidade dos indivíduos baseando-se apenas em perguntas sobre o estado emocional de cada um. Já a nova pesquisa pediu aos participantes que classificassem os seus sentimentos de felicidade e ansiedade em diferentes pontos ao longo do dia.

Os pesquisadores alertam que o estudo não mostra uma relação de causa e efeito entre a felicidade e a longevidade, mas, sim, que a felicidade momentânea pode estar relacionada a processos biológicos ou fatores comportamentais que podem explicar a sobrevida de muitas pessoas.

Felicidade reduz o risco de infartos
Outro estudo, feito com mais de 1,5 mil pessoas no Canadá, mostra que a felicidade ajuda a blindar a saúde do coração. Pesquisas mais antigas mostravam que raiva e hostilidade, por exemplo, favoreciam os problemas cardiovasculares. Sintomas negativos como raiva, depressão e hostilidade aumentam as chances de alguém sofrer um infarto ou um derrame.

Este novo estudo, no entanto, quis enxergar qual é o impacto de bons sentimentos. Os resultados mostraram que as pessoas mais alegres têm 22% menos chances de desenvolver um problema cardíaco num período de 10 anos em comparação às pessoas com sentimentos neutros. Mesmo quando pessoas felizes estavam em depressão, os efeitos positivos ao coração eram mantidos.


Enquanto pessoas negativas tinham mais chance de desenvolver um problema cardiovascular. De acordo com os pesquisadores, são os fatores associados à felicidade que protegem o coração, como hábitos mais saudáveis, predisposição genética e impactos psicológicos que reduzem os níveis de estresse.

Fonte: Yahoo Minha Vida!

UM SORRISO PARA VOCÊ!

TRED SPORTS

Informação e Saúde na Internet!

27 de outubro de 2011

Exercicio x Imunidade

 

Uma reportagem interessante do Espaço Aberto Saúde sobre o sistema imunológico e o exercicio tem o poder de aumentar esse sistema desde que seja na intensidade e duração necessária para cada individuo.

Vale a pena assistir

 

Bom dia a todos!

TRED SPORTS

Informação e Saúde na Internet!

13 de outubro de 2011

Life Complex

Já conhece este produto?

Estudamos e testamos, ele é realmente excelente e o melhor não mexe com o cérebro e liberado pela ANVISA.

Um produto que é potencializado com a ação dos exercicios!

Quer saber mais?

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tred_sports@hotmail.com

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TRED SPORTS

5 de outubro de 2011

Malhar para se recuperar ligeiro

 

Os exercícios físicos, antes evitados — e até mesmo proibidos —, tornaram-se uma arma poderosa para superar depressa infartos e outros graves problemas de saúde

 
por Manoel Gomes • design Fred Scorzzo • fotos Gustavo Arrais

Um indivíduo prostrado na cama é o que vem à cabeça de muita gente quando se pensa em alguém enfermo. Mas há exceções a esse clichê. Exceções que, diga-se, estão se tornando a regra em alguns casos. Cada vez mais a ciência encontra provas de que se exercitar durante o período de restabelecimento de uma doença pode acelerar o processo de recuperação do organismo ou, nas situações mais críticas, dar um fôlego extra e mais bem-estar ao doente.


A atividade física começa a ser encorajada em pessoas que acabaram de infartar, por exemplo. Há algumas décadas, quem sobrevivia a um ataque do coração era obrigado a ficar em resguardo por longos períodos. No entanto, um recente estudo da Universidade de Alberta, no Canadá, concluiu o seguinte: pacientes estáveis que se exercitaram uma semana após a pane cardíaca se beneficiaram mais do que aqueles que esperaram para iniciar o treinamento. Ainda de acordo com o trabalho, para cada semana parada, é preciso malhar o equivalente a um mês de modo a obter os mesmos efeitos da turma que chacoalhou o corpo todo logo cedo.
”Diferentemente do que se imaginava, várias pesquisas mostram que repousar durante esse intervalo deixa o organismo mais fraco, e não mais forte", conta a SAÚDE o professor Alex Clark, um dos autores da pesquisa canadense.

O exercício previne a remodelação do coração, fenômeno em que as células que ficam próximas ao local do infarto se readaptam e o órgão tem o seu formato alterado. Esse redesign pode provocar complicações futuras, como insuficiência cardíaca.
Pesquisadores da Universidade de Emory, localizada no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, encontraram mais um motivo para fazer algum esporte no pós-infarto: durante o treino, o corpo fabrica óxido nítrico, o encarregado de dilatar os vasos sanguíneos, melhorando a circulação. "Ao aumentar a produção dessa substância, mais sangue passa pelas coronárias", explica a cardiologista Patrícia Oliveira, do Instituto do Coração de São Paulo. Para uma vítima de um ataque do coração, isso é mais do que uma boa notícia. Afinal, uma maior quantidade de nutrientes e oxigênio chega ao peito, o que contribui para melhorar o quadro geral do infartado.
Os exercícios mais recomendados são os aeróbicos, como caminhar, correr ou andar de bicicleta. A grande vantagem é proporcionar o aumento da capacidade cardiorrespiratória. Numa segunda etapa do tratamento, musculação e atividades de flexibilidade também são importantes. Levantar peso amplia a resposta muscular, a força e a potência do indivíduo. Já as atividades que trabalham a elasticidade atuam no equilíbrio, coordenação e desempenho de ações que podem ser consideradas normais e cotidianas, como lavar a louça.
"A pessoa que está estável já pode se exercitar e ter os benefícios a curto ou médio prazo", diz o cardiologista Daniel Kopiler, chefe do Serviço de Reabilitação Cardíaca do Instituto Nacional de Cardiologia. Mas nada de sair correndo sem conversar com seu médico. Ele vai orientar qual é o tipo de prática esportiva mais recomendado para cada caso, como deve ser realizado e sua intensidade. "A prescrição do exercício deve ser individualizada e, nos primeiros dias após o infarto, ser feita com supervisão médica e dentro de um hospital", adverte Patrícia Oliveira.

Lesões articulares? O remédio também é se exercitar
"Nesses casos, a atividade física é fundamental no processo de reabilitação", avalia o ortopedista Roberto Santin, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. O recurso de praxe é a musculação. "Ela age no ganho de força e de resistência e, sobretudo, nas funções afetadas pelas lesões", diz José Inácio Salles Neto, coordenador do Laboratório de Pesquisa Neuromuscular do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia.

Músculos fortes, coração sadio
Uma pesquisa da Universidade de São Paulo mostra que a prática de exercícios aeróbicos reduz a atrofia dos músculos esqueléticos, os responsáveis por movimentos voluntários, como apontar para um objeto. Esse definhamento está relacionado a casos de insuficiência cardíaca, quando o coração não consegue bombear o sangue direito. "As atividades aeróbicas aumentam a quantidade de sangue com nutrientes e oxigênio que vai para o músculo esquelético", explica a pesquisadora.

Contra o câncer
O exercício também é um grande auxiliar durante e após o tratamento dessa doença. Especialistas do Instituto do Câncer de Duke, nos Estados Unidos, descobriram que pessoas ativas diagnosticadas com tumor cerebral tiveram sua vida prolongada em até 21 meses após a identificação do mal — os sedentários só sobreviveram, em média, por 13 meses. Em entrevista a SAÚDE, Lee Jones, diretor científico do instituto americano, credita os benefícios da malhação ao seu caráter multifatorial. "O exercício tem o potencial de impactar uma gama de sintomas, que vão dos fisiológicos até os psicológicos", diz Jones. O oncologista José Roberto Rossari, do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, pormenoriza: "A realização da atividade física é capaz de diminuir a fadiga, a ansiedade, a depressão e o estresse, além de melhorar a autoestima, a imagem corporal e a capacidade aeróbica".

Fonte: Revista Saúde

 

3 de outubro de 2011

Síndrome das Pernas Inquietas

Você sabia que existe tratamento para isso?

A síndPernas inquietadas tratamentorome das pernas inquietas (SPI), é uma síndrome sensitivo-motora caracterizada por quatro elementos que constituem seus critérios diagnósticos:

  • Presença de intensa necessidade compulsiva e irresistível de movimentar os membros afetados acompanhados de sensações sensoriais parestésicas desagradáveis nas pernas entre o tornozelo e o joelho.
  • A necessidade compulsiva e irresistível de movimentar os membros começa, ou piora, em períodos de repouso, com pacientes sentados ou deitados.
  • A necessidade compulsiva e irresistível de movimentar os membros é aliviada temporariamente por exercícios, massagens que aliviam apenas os sintomas de desconforto nos membros e não aliviam a fadiga.
  • A necessidade compulsiva e irresistível de movimentar os membros apresenta uma característica circadiana rítmica, ocorrendo no horário noturno antes de dormir geralmente depois da meia-noite.

II. Quadro clínico

O desconforto nos membros inferiores causa intensa dificuldade para adormecer e há despertares noturnos prolongados. A média de faixa etária de início dos sintomas é de quarenta anos, geralmente com sintomas leves e menos freqüentes no começo, tendo, tipicamente, um curso progressivo e crônico.

As alterações sensoriais podem ser descritas de diversas maneiras (queimação, formigamento, câimbras, comichão, pontadas). Os sintomas pioram ou ocorrem exclusivamente em repouso (deitado ou sentado) com uma clara variação circadiana na apresentação dos sintomas, piorando ao entardecer e à noite com repouso antes do período principal do sono. Privações de sono e fadiga podem agravar os sintomas.

O desenvolvimento de sintomas depressivos e desajustes sócio-familiares são comuns.

III. Epidemiologia

A prevalência é de 5 a 15% em adultos caucasianos e aumenta na terceira idade sendo a proporção de mulher/homem de 1,5/1. Existem duas formas de SPI: a primária e a secundária a outras doenças. A forma primária da SPI se apresenta sob a forma de de dois fenótipos: SPI de início precoce (antes dos 35 anos) com evolução progressiva, sintomas mais intensos e incidência familiar e sem relação com níveis baixos de ferritina. O outro fenótipo da forma primária com início mais tardio (acima dos 45 anos) sem distribuição familiar e evolução mais lenta, estabilizando-se na terceira idade.

IV. Fisiopatologia

Fatores genéticos, deficiência de ferro e alterações na neurotransmissão dopaminérgica estão relacionados à fisiopatologia da SPI primária e secundária. A SPI secundária associa-se à deficiência de ferro como, por exemplo, na gravidez, insuficiência renal terminal, após cirurgias gástricas, anemia carencial e por doações repetidas de sangue. Cerca de 25 a 30% das gestantes apresentam SPI no terceiro trimenstre da gravidez.

Deficiência leve de ferro (ferritina sérica inferior a 40mg/ml) está associada à SPI com sintomatologia mais grave, e refratária ao tratamento. O ferro age como um co-fator para a enzima tirosina hidroxilase, importante na produção de dopamina na substância negra. Em alguns casos os níveis de ferro podem estar diminuídos apenas no líquor.

Retirada de Benzadiazepínicos e opióides, uso de anti-histamínicos sedativos, antidepressivos, metoclopramida, lítio, além do abuso de cafeína estão associados à SPI.

V. Diagnóstico

O diagnóstico é essencialmente clínico. A presença dos quatro itens anteriormente descritos são os requisitos para o preenchimento dos critérios diagnósticos de acordo com a Classificação Internacional dos Transtornos do Sono de 2005.

VI. Tratamento

TRATAMENTO NÃO MEDICAMENTOSO:

  • Evitar privação do sono;
  • Evitar cafeína, tabaco, álcool, e estimulantes do SNC;
  • Retirar se possível antidepressivos e bloqueadores da neurotransmissão dopaminérgica do sistema límbico;
  • Exercícios físicos moderados e regulares;
  • Massagens e banhos quentes.

TRATAMENTO MEDICAMENTOSO:

  • Agentes dopaminérgicos: carbidopa /levodopa. São as drogas mais estudadas e as que mostram melhores resultados, sendo atualmente a droga de primeira escolha.
  • Benzodiazepínicos: Melhora dos sintomas, porém não tão eficazes como os agentes dopaminérgicos; usados em pacientes com formas leves de SPI.
  • Opióides;
  • Anticonvulsivantes;
  • Ferro: Apenas em pacientes com níveis séricos baixo.

Fonte: MedPortal

28 de setembro de 2011

Para dor nas costas, o melhor é se manter ativo

 

Sim isso mesmo, manter as atividades diárias resulta em uma melhor recuperação.

Em caso de dor nas costas, movimente-se. De acordo com pesquisadores da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, pacientes com lombalgia aguda que foram orientados a permanecer ativos — apesar da dor —, se recuperaram melhor do que aqueles que diminuíram sua atividade por causa da dor.
Durante o levantamento de dados, foram analisados 109 pacientes com lombalgia aguda. Eles foram, então, divididos em dois grupos: aqueles que ficaram ativos, independente da dor sentida, e aqueles que tiveram de ajustar a atividade em função da dor. Os voluntários mantiveram ainda um diário por sete dias, onde anotavam quantos passos davam por dia, o quanto conseguiam realizar as atividades do dia-a-dia e como eles se sentiam fisicamente. Eles ainda completaram um formulário que indicava se estavam depressivos.
Apesar de apresentar mais dores, o grupo que se manteve o mais ativo possível recuperou-se mais brevemente e não se sentiu deprimido no fim do estudo. "O outro grupo, orientado a ajustar suas atividades à dor, tinha menos mobilidade e se sentiu um pouco mais deprimido", diz Olaya-Contreras, pesquisadora da Universidade de Gotemburgo.
De acordo com Olaya, a diferença pode acontecer porque algumas pessoas que estão deprimidas e com dor acabam vivendo a dor de maneira mais aguda. Uma outra explicação seria que quanto mais aguda a dor é percebida, menos a pessoa quer ou é capaz de se mover.
New Stretch

"Acredito que em casos de lombalgia aguda, o melhor é tentar continuar tão ativo quanto possível, e fazer as atividades diárias o melhor que se conseguir. Se você não permanecer se movendo, é fácil entrar num círculo vicioso. Isso porque a inatividade combinada à dor pode, no pior cenário, se transformar em uma incapacitação em longo termo e em inabilidade para trabalhar — o que pode levar à depressão e a mais dor."
As lombalgias agudas afetam mais de 80% das pessoas em idade profissional em algum momento da vida, embora a maioria melhore. A dor lombar pode ser recorrente. De 85% a 90% dos casos, a dor não pode ser atribuída a uma doença específica ou lesão.

 

 

 

 

 

Fonte: Portal da Educação Física

 

Tred Sports

Informação e Saúde na Internet!

21 de setembro de 2011

22/09 - DIA MUNDIAL SEM CARRO

 

DEIXE SEU CARRO EM CASA !

dia-mundial-sem-carro-3

SAIA DE BICICLETA Alegre

SAIA A PÉ Smiley de boca aberta

             SAIA DE ONIBUS Smiley piscando

                          SAIA DE SKATE Smiley surpreso

                                     SAIA DE CARONA Polegar para cima

                                                                SAIA DE METRO Gargalhando

                                                                                SAIA DE PATINS Gargalhando

                                                          SAIA DE TREM Smiley surpreso

                                         SAIA DE TAXI Smiley sexy

                 SAIA DE BALÃO Smiley nauseado

SAIA DE TONQUINHA Rindo

MAS DEIXE SEU CARRO EM CASA ESSE DIA!

Como funciona???

Todo dia 22 de setembro, milhões de pessoas ao redor do mundo comemoram o Dia Mundial Sem Carro. A mobilização é um exercício de reflexão sobre a dependência e o uso (muitas vezes) irracional dos automóveis em nossa sociedade. Afinal de contas, tem gente que não vai até a padaria da esquina sem usar o carro.

A ideia principal do dia é fazer com que as pessoas pensem um pouco sobre o estilo de vida que levam, sobre a possibilidade de diminuírem o uso do carro (em face do trânsito pesado enfrentado nas cidades), ou mesmo, se possível, em substituir o possante por outro meio de transporte. A Bicicletada, por exemplo, é um movimento internacional que prega o uso da bicicleta como o principal meio de transporte das pessoas.

Fonte: Site uol

TRED APOIA ESSA CAUSA!

31 de agosto de 2011

DEPRESSÃO

Reportagem do Estudio I

Você conhece alguem com depressão ou melhor, você sofre com depressão?

A estimativa é que cerca de 25% das pessoas que sofrem de depressão não sabem que possuem a doença.

Depressão é uma palavra freqüentemente usada para descrever nossos sentimentos. Todos se sentem "para baixo" de vez em quando, ou de alto astral às vezes e tais sentimentos são normais. A depressão, enquanto evento psiquiátrico é algo bastante diferente: é uma doença como outra qualquer que exige tratamento.

Mas qual é o melhor remedio?

Como sempre dissemos, esse remedio chama-se Exercicio Físico.

images (15)"Se o exercício pudesse ser colocado em uma garrafa, ele seria o mais forte medicamento que o dinheiro poderia comprar" Robert Butler

A reportagem fala da importancia do exercicio (na matéria fala da bicicleta) mas não importa qual seja a modalidade mais o treino, o treino aeróbio faz verdadeiros “milagres” e imaginem se dosado individualmente, na intensidade correta.

Pois é esse é o nosso papel, ou melhor nosso trabalho!

Tred Sports sempre trazendo boas informações

19 de julho de 2011

Gripes e resfriados: quando é preciso dar uma pausa nas atividades físicas

Alta dose de exercícios pode afetar o sistema imunológico.
Nutricionista e médica mostram os cuidados que podem evitar problemas indesejáveis




O corredor, do experiente ao iniciante, sabe que a prática muito intensa da atividade física pode afetar o sistema imunológico, o mecanismo de defesa do corpo humano contra microorganismos invasores. Nesse caso, o prejuízo para o esportista pode ser depulo. Isso porque, além da possibilidade de ficar mais suscetível a gripes, resfriados e outras doenças infecciosas, o paciente que não fizer o repouso adequado pode ter sua recuperação retardada. Por isso, é importante saber o momento certo em que deve se dar uma pausa nos treinos, diz a médica e pesquisadora Paola Machado.


- O consenso da Sociedade internacional de Imunologia do Exercício, publicado neste ano, recomenda que o exercício deve ser interrompido se a pessoa apresentar sinais de infecções como febre, mal estar e dores de cabeça. Além disso, nesse caso deve-se procurar um médico e só retornar ao treinamento após alguns dias de recuperação.

Além do descanso adequado, a orientação de um nutricionista pode ser importante para que o corredor evite esses problemas, sendo necessária uma dieta adequada antes, durante e após a atividade física. Para facilitar este trabalho, deve-se aumentar a ingestão de antioxidantes, como frutas e verduras, indica a nutricionista Cristiane Perroni.
- O indicado é consumir muita castanha-do-pará, ingerindo de duas a quatro unidades por dia, assim como uma colher de farinha de linhaça dourada. Elas têm selênio e outros antioxidantes, que fortalecem o sistema imunológico. A vitamina C também é um antioxidante, e alimentos como laranja, limão, brócolis contribuem para a melhora do sistema imunológico.
Esta baixa imunológica, no entanto, acontece geralmente em treinos de longa duração. De acordo com Paola, os exercícios com duração superior a 90 minutos costumam ser os mais prejudiciais.


- Estudos mostram que exercícios moderados melhoram a atividade do nosso sistema de defesa. Já exercícios intensos, de longa duração e alta intensidade, podem ser prejudiciais para o sistema imune, pois durante uma maratona, por exemplo, há liberação de hormônios que pioram a imunidade - explica.


Fonte Portal da Educação Física


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22 de junho de 2011

Atividade física contra fibromialgia

Exercícios ajudam na prevenção e reduzem sintomas da doença caracterizada por dores generalizadas e que atinge mais as mulheres.


A fibromialgia causa dores pelo corpo todo e aumenta a sensibilidade dos portadores de tal maneira que, por vezes, um carinho pode doer.
A doença apresenta sintomas como fadiga e sono não reparador, além de depressão e ansiedade. Não se sabe por que, a fibromialgia atinge mais o sexo feminino – são nove mulheres com a doença para cada homem diagnosticado.
Mas uma certeza os especialistas já têm. Se existe uma arma contra a enfermidade ela se chama atividade física. 
“Sedentarismo é um fator de risco para a fibromialgia. Portanto, podemos dizer que exercício praticado com regularidade é uma forma de prevenção”, diz o reumatologista Eduardo Paiva, chefe do Ambulatório de Fibromialgia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Da mesma maneira, a atividade física entra como prescrição no tratamento da dor. Entre as recomendações estão exercícios aeróbicos – como caminhada e corrida – e alongamento.
“É claro que para quem não faz nada, esse programa deve entrar de forma gradual na rotina. O paciente ganha qualidade de vida com isso”, garante o especialista.
O problema é que a doença ainda é muito desconhecida e tem um diagnóstico confuso. Segundo a recente pesquisa “Fibromialgia: além da dor”, encomendada pela Pfizer e realizada pelo Instituto Harris Interactive, envolvendo 904 participantes (604 médicos e 300 pacientes) do Brasil, do México e da Venezuela, as pessoas levam mais de dois anos para procurar ajuda especializada e quase cinco anos para ter a enfermidade identificada corretamente.
O estudo apontou também que, ao sentirem dor, os entrevistados esperaram mais de quatro semanas para procurar a primeira ajuda. Entre os motivos, 77% disseram pensar que os sintomas desapareceriam sozinhos; 75% imaginavam ser capazes de controlá-los; 65% não sabiam que se tratava de uma doença que exige cuidados médicos; 63% não sabiam como descrever os sintomas ao médico; e 29% temiam que o médico não os levasse a sério.
Crônica e difusa e esse sintoma deve ser valorizado. “Caso tenha uma dor que não passa durante três meses, procure um médico”, orienta Paiva. O reumatologista alerta, inclusive, para a dor que aparece na região do trapézio (pescoço e ombros). “As pessoas costumam achar que é só estresse e não dão importância”. Outras dores relatadas pelos pacientes são cefaleias, dores faciais, articulares, câimbras nas pernas e lombalgia.
Na pesquisa, os médicos reconhecem a dificuldade em diagnosticar a doença (46% de clínicos gerais e 47% de especialistas) e em diferenciar seus sintomas de outras doenças (66% clínicos gerais e 68% especialistas). “Os critérios de diagnóstico da fibromialgia foram criados na década de 1990, o que é relativamente recente para a medicina”, explica Paiva.
“Talvez por isso ainda haja certa dificuldade em diagnosticar a enfermidade”.
Geralmente o ortopedista é o primeiro especialista a receber o paciente fibromiálgico. Porém, o mais indicado para conduzir o tratamento é o reumatologista.

Além da indicação da atividade física e da melhora da qualidade de vida de forma geral, o médico pode ainda prescrever medicamentos para o alívio da dor.


Apesar de não se conhecer exatamente as causas da fibromialgia, estudos apontam para um aumento dos impulsos dolorosos transmitidos pelo sistema nervoso central, o que acaba tornando a dor crônica. Por isso, o tratamento da doença deve envolver medicamentos que atuem no sistema nervoso, diminuindo o excesso de mensagens de dor transmitidas dos nervos doentes para o cérebro.



Fonte: Portal da Educação física
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