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16 de fevereiro de 2012

AVC - Você sabe o que é?

 

Essas são algumas dicas do site do Bem Estar, sempre importante entender e aprender!

Mas lembre-se prevenir é o melhor remédio!!!

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Mais uma Dica Tred

3 de fevereiro de 2012

Nesta sexta-feira, vista vermelho contra as doenças cardíacas em mulheres

A campanha Go Red for Women chega ao Brasil para conscientizar sobre o problema

FONTE: SITE YAHOO MINHA VIDA

Para alertar a população feminina sobre os riscos das doenças cardiovasculares e estimular cuidados preventivos, uma campanha internacional está pedindo que as pessoas vistam-se de vermelho nesta sexta-feira (dia 3/2). A campanha Go Red for Women (Vá de Vermelho pelas Mulheres) é liderada pela American Heart Association, desde 2004, e agora chega ao Brasil. 

A campanha começou com a constatação de que mais de 500 mil mulheres morriam todos os anos nos Estados Unidos por doenças do coração, superando o número de homens mortos pela mesma causa. Até o início dos anos 80, eles eram a maioria, mas passaram a se prevenir e se tratar mais. Atualmente essa é a principal causa de morte de mulheres. De cada três mulheres que morrem, uma sofre de doença cardiovascular. 

O número de mortes após um primeiro infarto é de 38% para as mulheres, contra 25% para os homens. As mortes súbitas, sem sintomas, por doenças do coração também ocorrem mais em mulheres (65%) do que em homens (50%). E num período de seis anos após um primeiro infarto, as mulheres têm ainda mais chances de ter outro ataque do coração (35% contra 18% dos homens), sofrer um derrame (11% contra 8%) ou ficarem incapacitadas por insuficiência cardíaca (46% contra 22%). 

Os riscos de doença cardiovascular são maiores em mulheres com mais de 55 anos de idade, no início da menopausa, ou acima dos 45 anos, com menopausa precoce. Os fatores que acarretam esses riscos são um estilo de vida sedentário, obesidade e estresse (que favorecem o surgimento de pressão alta, diabetes e colesterol elevado), além de histórico familiar em casos similares. 

23 de janeiro de 2012

O Perigo da Gordura Trans

 

Alimentos de origem animal contém a mais perigosa das gorduras

Segundo uma pesquisa feita com pacientes cardíacos, 70% deles não tem o hábito de ler os rótulos dos alimentos. A melhor das gorduras é a insaturada, que é identificada como monoinsaturadas e polinsaturadas. A mais perigosa é a saturada.

Você lê o rótulo do que consome?

Tred Sports

Quais são os vilões da alimentação que fazem você engordar?

                                                                                         Estudo da Havard publicado no The New England Journal of Medicine ranqueou os principais contribuidores do ganho de peso a longo prazo.
O maior vilão foi a batata chips, contribuindo com quase 800 gramas de ganho de peso em 4 anos

 

Walter C. Willett, chefe do Departamento de Nutrição da Escola de Saúde Pública de Harvard diz que a batata deve ser consumida ocasionalmente e em quantidades modestas. "A baked potato aumenta o nível de açúcar no sangue e insulina mais rapidamente e a níveis mais altos do que açúcar puro na mesma quantidade calorias. E as batas fritas fazem o mesmo, com o adicional da gordura".
A batata foi responsável pelo ganho de 580 gramas em quatro anos

 

A pesquisa foi feita com 120 mil homens e mulheres não obesas, em 13 anos. No período, eles ganharam em média 1,5 kg a cada quatro anos.
Em terceiro lugar, as bebidas adoçadas contribuíram com o ganho de 460 gramas em quatro anos

 

 

 

A carne vermelha é quarta maior vilã do peso, contribuindo para o aumento de 430 gramas em quatro anos

 

 

 

Carne processada, como salame e outros frios, contribuiu para o aumento de 420 gramas em quatro anos, ocupando a quinta posição

 

 

 

A sexta posição é dos doces e sobremesas, que contribuíram com 230 gramas em quatro anos

 

 

 

 

Na sétima posição, o álcool: um drink por dia aumenta o peso em 190 gramas em 4 anos Eduardo

 

 

 

 

Em oitava posição vem o cigarro. Quem acabou de parar de fumar pode ter o aumento de até 2,34 kg

 

 

 

Dormir menos de seis horas ou mais de oito também contribui para o ganho de peso

 

 

 

Por fim, cada hora na frente da TV por dia gera um aumento de 140 gramas em quatro anos

 

Fonte: Site uol

Tred Sports

5 de outubro de 2011

Malhar para se recuperar ligeiro

 

Os exercícios físicos, antes evitados — e até mesmo proibidos —, tornaram-se uma arma poderosa para superar depressa infartos e outros graves problemas de saúde

 
por Manoel Gomes • design Fred Scorzzo • fotos Gustavo Arrais

Um indivíduo prostrado na cama é o que vem à cabeça de muita gente quando se pensa em alguém enfermo. Mas há exceções a esse clichê. Exceções que, diga-se, estão se tornando a regra em alguns casos. Cada vez mais a ciência encontra provas de que se exercitar durante o período de restabelecimento de uma doença pode acelerar o processo de recuperação do organismo ou, nas situações mais críticas, dar um fôlego extra e mais bem-estar ao doente.


A atividade física começa a ser encorajada em pessoas que acabaram de infartar, por exemplo. Há algumas décadas, quem sobrevivia a um ataque do coração era obrigado a ficar em resguardo por longos períodos. No entanto, um recente estudo da Universidade de Alberta, no Canadá, concluiu o seguinte: pacientes estáveis que se exercitaram uma semana após a pane cardíaca se beneficiaram mais do que aqueles que esperaram para iniciar o treinamento. Ainda de acordo com o trabalho, para cada semana parada, é preciso malhar o equivalente a um mês de modo a obter os mesmos efeitos da turma que chacoalhou o corpo todo logo cedo.
”Diferentemente do que se imaginava, várias pesquisas mostram que repousar durante esse intervalo deixa o organismo mais fraco, e não mais forte", conta a SAÚDE o professor Alex Clark, um dos autores da pesquisa canadense.

O exercício previne a remodelação do coração, fenômeno em que as células que ficam próximas ao local do infarto se readaptam e o órgão tem o seu formato alterado. Esse redesign pode provocar complicações futuras, como insuficiência cardíaca.
Pesquisadores da Universidade de Emory, localizada no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, encontraram mais um motivo para fazer algum esporte no pós-infarto: durante o treino, o corpo fabrica óxido nítrico, o encarregado de dilatar os vasos sanguíneos, melhorando a circulação. "Ao aumentar a produção dessa substância, mais sangue passa pelas coronárias", explica a cardiologista Patrícia Oliveira, do Instituto do Coração de São Paulo. Para uma vítima de um ataque do coração, isso é mais do que uma boa notícia. Afinal, uma maior quantidade de nutrientes e oxigênio chega ao peito, o que contribui para melhorar o quadro geral do infartado.
Os exercícios mais recomendados são os aeróbicos, como caminhar, correr ou andar de bicicleta. A grande vantagem é proporcionar o aumento da capacidade cardiorrespiratória. Numa segunda etapa do tratamento, musculação e atividades de flexibilidade também são importantes. Levantar peso amplia a resposta muscular, a força e a potência do indivíduo. Já as atividades que trabalham a elasticidade atuam no equilíbrio, coordenação e desempenho de ações que podem ser consideradas normais e cotidianas, como lavar a louça.
"A pessoa que está estável já pode se exercitar e ter os benefícios a curto ou médio prazo", diz o cardiologista Daniel Kopiler, chefe do Serviço de Reabilitação Cardíaca do Instituto Nacional de Cardiologia. Mas nada de sair correndo sem conversar com seu médico. Ele vai orientar qual é o tipo de prática esportiva mais recomendado para cada caso, como deve ser realizado e sua intensidade. "A prescrição do exercício deve ser individualizada e, nos primeiros dias após o infarto, ser feita com supervisão médica e dentro de um hospital", adverte Patrícia Oliveira.

Lesões articulares? O remédio também é se exercitar
"Nesses casos, a atividade física é fundamental no processo de reabilitação", avalia o ortopedista Roberto Santin, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. O recurso de praxe é a musculação. "Ela age no ganho de força e de resistência e, sobretudo, nas funções afetadas pelas lesões", diz José Inácio Salles Neto, coordenador do Laboratório de Pesquisa Neuromuscular do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia.

Músculos fortes, coração sadio
Uma pesquisa da Universidade de São Paulo mostra que a prática de exercícios aeróbicos reduz a atrofia dos músculos esqueléticos, os responsáveis por movimentos voluntários, como apontar para um objeto. Esse definhamento está relacionado a casos de insuficiência cardíaca, quando o coração não consegue bombear o sangue direito. "As atividades aeróbicas aumentam a quantidade de sangue com nutrientes e oxigênio que vai para o músculo esquelético", explica a pesquisadora.

Contra o câncer
O exercício também é um grande auxiliar durante e após o tratamento dessa doença. Especialistas do Instituto do Câncer de Duke, nos Estados Unidos, descobriram que pessoas ativas diagnosticadas com tumor cerebral tiveram sua vida prolongada em até 21 meses após a identificação do mal — os sedentários só sobreviveram, em média, por 13 meses. Em entrevista a SAÚDE, Lee Jones, diretor científico do instituto americano, credita os benefícios da malhação ao seu caráter multifatorial. "O exercício tem o potencial de impactar uma gama de sintomas, que vão dos fisiológicos até os psicológicos", diz Jones. O oncologista José Roberto Rossari, do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, pormenoriza: "A realização da atividade física é capaz de diminuir a fadiga, a ansiedade, a depressão e o estresse, além de melhorar a autoestima, a imagem corporal e a capacidade aeróbica".

Fonte: Revista Saúde

 

2 de maio de 2011

Estilo de vida pode amenizar ou até mesmo reverter carga genética ligadas a fatores e riscos de doenças.

As doenças cardiovasculares são responsáveis por um terço das mortes no mundo. 

Mais de 5% da população mundial tem diabetes e a previsão é que, até 2020, esse número suba para 10%. Seis em cada dez mortes no mundo são causadas por doenças crônicas, evitáveis quando controlados esses fatores de risco. O estilo de vida é fundamental nesse controle.

Mesmo quando há histórico familiar para alguns fatores de risco, como osteoporose, hipertensão ou diabetes, o estilo de vida pode amenizar ou até mesmo reverter essa carga genética.

Está comprovado que associar atividade física regular a uma alimentação equilibrada provoca a redução expressiva da circunferência abdominal, regula os níveis de glicose, previne e retarda o aparecimento de diabetes, reduz os triglicérides e a pressão arterial, aumenta o colesterol bom e melhora o bem-estar emocional, a autoestima, a depressão e a socialização. Identifique os fatores de risco e prepare-se para evitar que eles virem problemas crônicos adotando uma vida mais saudável.

Pressão arterial: o risco de doenças cardiovasculares e pressão arterial é contínuo.

Colesterol: a quantidade total no sangue, principalmente do colesterol ruim, o LDL, tem grande influência no risco cardiovascular.

Circunferência abdominal: circunferência abdominal aumentada é fator de risco elevado para doenças cardiovasculares, diabetes e pressão alta.

Triglicerídeos: em excesso podem formar placas de gordura nas paredes das artérias reduzindo seu calibre e aumentando o risco cardiovascular.

Fumo: maior causador de mortes no mundo.

Glicose: acima de 99 mg/dl, aumenta a chance de desenvolver diabetes.

Osteoporose: fator de risco para fraturas, que provocam um terço dos óbitos em pessoas acima de 60 anos
Fonte: Revista Época.com

8 de setembro de 2010

STRESS ATÉ A PONTA DO CABELO

STRESS


O Stress não pode ser considerado apenas com aborrecimentos sofridos.
Por exemplo, posso estar de férias e na viagem tenho vários passeios agendados, o que não me possibilita descansar, isso também é um stress.
O stress é a forma como seu corpo responde através de sintomas a qualquer situação, seja ela boa ou ruim.
E uma matéria hoje, nos chamou a atenção.O Stress pode ser medido pelo FIO DE CABELO de uma pessoa.


Graças à ciência, vamos evoluindo cada vez mais.
Uma nova pesquisa publicada na revista Stress, realizada por pesquisadores da University of Western Ontario, no Canadá sobre a mensuração dos níveis de stress, pelo fio de cabelo.
Os
cientistas desenvolveram um método para mensurar os níveis de cortisol (hormônio excretado excessivamente durante situações estressantes), encontrados nos fios de cabelo para fornecer informações precisas a respeito dos níveis de estresse nos meses que antecederam ataques do coração. A secreção de cortisol aumenta consideravelmente durante períodos de estresse. Tradicionalmente essa medição era feita através de soro, urina e saliva, mas isso mostra apenas os níveis de estresse durante o momento da verificação, mas não em longos períodos de tempo.
O cortisol também pode ser capturado na extensão de um fio de cabelo. Os cabelos crescem um centímetro por mês, então se pegarmos uma amostra com seis centímetros de comprimento, poderemos determinar os níveis de estresse dos últimos seis meses, através da medição do cortisol presente no cabelo.
Depois da contagem dos fatores de risco já conhecidos, o cortisol contido no cabelo se destacou como o mais forte indicador para o ataque do coração. A prevalência de diabetes, hipertensão, tabagismo e histórico de doenças coronárias na família não determinaram diferenças significantes entre os dois grupos, entretanto o grupo que teve ataques do coração demonstrou maiores níveis de problemas relacionados ao colesterol.


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ESS TAMBÉM CAUSA DIABETES


Outro estudo publicado na revista científica Diabetic Medicine
revelou que homens que sofrem de estresse tem duas vezes mais chances de desenvolver Diabetes tipo 2. Para os pesquisadores a conexão entre as duas doenças pode ser resultado dos efeitos do estresse na capacidade do cérebro em regular os hormônios, ou mesmo devido a influência negativa que a depressão tem sobre a dieta e também no nível de atividade física praticado por cada pessoa.
Fonte: Yahoo.Minha Vida


STRESS E EXERCICIO


O Exercicio Físico bem planejado e customizado age diretamente nesses fatores citados anteriormente.
Com o exercicio eu posso reduzir o stress, o colesterol ruim e aumentar o colesterol bom e consequentemente diminuir os riscos associados a doenças cardiovasculares.




MAIS EXERCICIO, MENOS REMÉDIO

Cuide-se hoje e aproveite amanhã!
TRED SPORTS É SAÚDE


26 de agosto de 2010

MUDANÇA DE HÁBITO JÁ!



Primeiro de tudo, qualidade de vida requer mudanças de hábitos.
Hoje um texto interessante nos chamou a atenção e é sobre enxaqueca
Os jovens são mais propensos a sofrerem crises de enxaqueca e a terem dores de cabeça crônicas quando estão acima do peso, fumam e se exercitam muito pouco, segundo pesquisa publicada na edição da revista médica Neurology. Avaliando mais de 6 mil estudantes noruegueses com idades entre 13 e 18 anos, os pesquisadores descobriram que aqueles que apresentam, ao mesmo tempo, esses três fatores negativos têm três vezes mais chances de sofrerem dores de cabeça frequentes.

Avaliando as relações desses fatores do estilo de vida com a ocorrência de cefaleias, os pesquisadores notaram que mais da metade dos jovens sedentários, gordinhos e fumantes sofriam frequentes dores e cabeça, comparado com apenas um quarto dos que não tinham essas características.

De acordo com os autores, ainda não ficou claro se esses fatores do estilo de vida provocaram as dores de cabeça ou se eles agem mais como desencadeadores em jovens já vulneráveis ou geneticamente predispostos. De acordo com o neurologista Andrew D. Hershey, um dos coordenadores do estudo.

Baseados nos resultados, os especialistas destacam a importância do aconselhamento desses pacientes em relação às mudanças no estilo de vida. Entre as melhorias recomendadas, estão a de comer refeições regulares e balanceadas, dormir bem, manter-se hidratado com bebidas sem cafeína e fazer exercícios pelo menos quatro vezes por semana.
A enxaqueca é muito mais que uma dor. É um grande mal estar, dando a sensação de que a cabeça está enorme, pulsando, martelando ou que o cérebro está sendo pressionado num ritmo enlouquecedor. Porém, a enxaqueca merece atenção especial, pois não causa só desconforto. Suas consequências podem ser muito mais sérias, como apontou um estudo da Universidade norte-americana Yeshiva, de Nova York.

Através da avaliação de 10 mil pessoas, os pesquisadores descobriram que os pacientes que sofriam de enxaqueca crônica tinham duas vezes mais chances de ter infarto, derrames e aumento de problemas cardiovasculares. Além disso, esse grupo tem 50% mais chances de desenvolver diabetes, hipertensão e colesterol alto.

A doença pode ser desencadeada por diversos fatores. Alguns alimentos, como queijos amarelos, chocolate, café, embutidos, frituras e bebidas alcoólicas, podem desencadear uma crise. Entretanto, a enxaqueca também está associada ao estresse, à alterações hormonais, aos distúrbios do sono, ao esforço físico, ao consumo de remédios, entre outros. Porém, o conhecimento exato a respeito dos mecanismos que causam a enfermidade ainda é obscuro.
fonte: http://yahoo.minhavida.com.br
Claro que sabemos que os exercícios físicos têm vários benefícios, mas não adianta fazer qualquer exercício. O exercício tem que ser planejado de acordo com seus objetivos e necessidades orgânicas, pois só a dose certa trará para você o resultado ideal e mais sem correr riscos à saúde.
TRED É SAÚDE!
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